domingo, 27 de abril de 2014

Lançamento das edições 2 e 3 no Fest Comix


Olá pessoal, como vão?

Quem acompanha pela página do Facebook já deve estar sabendo, mas o lançamento das edições 2 e 3 de Vidas vai rolar neste Fest Comix. A HQM já confirmou uma palestra que vai acontecer na quinta (1/5) sobre os mangás da HQM, e é possível que antes disso role uma sessão de autógrafos no estande da editora. O lançamento fecha a série com o total de 3 edições.

Mais informações em breve.

Fest Comix
Quando: 1 a 4 de maio
Onde: Centro de Convenções Imigrantes (próximo ao metrô Jabaquara, com ônibus gratuito do metrô até o evento)


Vídeo: Mary's Sketchbook Pages

Pra quem tem curiosidade de conhecer meus sketchbooks, aqui vai um vídeo que gravei de suas páginas. Eu testei um ângulo diferente de gravação, pra quem sabe usar em futuros vídeos (tutoriais, hello!). Ah, aliás! Foi comentado que a maioria dos desenhos é "finalizado" mas eu apenas escolhi os cadernos mais bonitinhos, tem alguns que uso apenas pra anotar ideias e rascunhos. Espero que gostem ;)



quinta-feira, 24 de abril de 2014

Obrigada, leitor

(imagem do meu instagram)

Durante todos esses anos produzindo, editando ou divulgando Vidas Imperfeitas, não tem nada que me desse mais satisfação no meu trabalho do que o feedback dos meus leitores. E eu adoro meus leitores. Eles não estão aqui porque "devem" gostar do que eu faço ou pra provar alguma coisa a alguém. É porque eles são livres para gostar ou odiar, que sua opinião é sincera e verdadeira. E porque nada disso faria sentido algum se não houvesse uma troca, seja de experiência, seja de histórias, de valores, de visões de mundo. Claro que desenhei pra mim mesma, mas também desenhei pro mundo. E da mesma forma que ofereço um pedaço de mim, gosto de receber o que as pessoas tem a dizer. E tudo isso faria menos sentido ainda se eu não pudesse compartilhar minha própria experiência e inspirar novos e jovens autores. Eu gostaria que alguém tivesse me dito estas palavras de incentivo, ou me orientado, mas mesmo assim, cá estou. Provando que é possível. Se você acha que nunca será bom o suficiente, que ser desenhista é um sonho distante ou as pessoas ao seu redor simplesmente não acreditam em você? Acredite: eu comecei aí também. Eu fui teimosa e persistente o suficiente, e talvez tenha tido um pouco de sorte no meio do caminho, mas eu nunca esperei a resposta cair do céu. Eu fui lá e fiz. Mas nada disso seria possível sem você. O leitor de Vidas Imperfeitas, seja próximo ou distante, novo ou antigo. E agradeço por cada palavra dita, cada pensamento, às vezes singelo e despretensioso... tudo isso é a força que me move, que me faz continuar. Obrigada, leitor.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Um vídeo especial do Doctor Who

Já fiz um post aqui sobre Doctor Who, então dispensa introduções. Apenas que eu terminei todas as temporadas da série até então, e estava com um sentimento de perda/luto pelo fim e pela espera da próxima temporada. É muito reconfortante quando a série está toda lá, é só assistir, mas agora é acompanhar um episódio por semana...

Nem preciso dizer que meu vício é grande, então gravei um speedpainting de um desenho que fiz em homenagem a série, com uma intro especial xD



E a versão final do desenho:


Espero que tenham gostado! =D

terça-feira, 22 de abril de 2014

Young Norah

Tem vídeo novo lá no canal, mas vou fazer um post completo sobre ele quando chegar em casa. Enquanto isso, aproveito pra postar esse desenho da Norah que fiz pra me distrair e tal. Imagino uma Norah meio artista hippie...



Voltando aos vídeos...

Eu tô curtindo muito fazer as gravações, apesar de ter vários probleminhas tanto de captação quanto de edição... e o fato de ainda estar encontrando uma unidade pra eles. A verdade é que não tenho paciência pra super edições e gosto de mantê-los simples (sem contar q meu pc não aguenta muita coisa e já demora muuuuito pra renderizar!) Ainda fico com o pé atrás porque apesar de ter boa aceitação, as visualizações são tímidas. Curiosamente meus vídeos mais antigos tem muito mais visualizações hehe vai ver seja porque estão lá há mais tempo.

De qualquer forma, já tenho várias ideias e pautas pra próximos vídeos, incluindo uma sessão de Dicas rápidas de desenho/pintura. A ideia é dar dicas e técnicas mais pontuais que possam ajudar as pessoas a usar certos materiais ou desenhar alguma coisa (tipo mãos!). Se vai dar certo? Não sei. Como tudo na minha vida, eu vou fazendo pra ver no que dá.

Também pretendo mostrar alguns desenhos e HQs antigas, porque acho muito válido mostrar pras pessoas a minha evolução, e provar que ninguém começa já desenhando maravilhas. É um trabalho árduo que exige muito estudo e muita prática.

Bom, acho que é isso. Continuem acompanhando e deixem suas sugestões!

Pra quem tem interesse, visite e se inscreva no canal do youtube.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Não somos vistos ou não nos querem ver?

Foi na entrevista que dei para o portal IG (para ler na íntegra, clique aqui) que a jornalista me perguntou qual o papel das mulheres no mercado de HQ, e a minha resposta reflete justamente o que penso: "...não sei se as pessoas fingem que não estão vendo ou realmente não as percebem.”

E não é algo que se restringe à mulher no mercado de quadrinhos, apesar de ter um número menor se comparado aos homens, mas sempre que olho pros lados, percebo: Nomes que são repetidos até não acabar mais, para representar uma "categoria"(artistas independentes, artistas emergentes) que está crescendo cada vez mais e não tem espaço e, principalmente, não tem visibilidade.

Outro exemplo que cabe muito bem é sobre os prêmios HQMix, que toda vez que sai a lista de indicados, vejo sempre os mesmos nomes, todo ano. Não é possível que só exista um grupo restrito de pessoas produzindo. Não estou julgando, só queria entender. E também não quer dizer que outros nomes não apareçam, porque aparecem sim, mas a pergunta que não quer calar é: qual o critério?

Desde o começo eu soube que esse mercado, assim como os mercados de ilustração, artes, etc, são uma pequena grande panelinha. E ninguém quer dividir o bolo. Isso é normal, panelinha a gente vê desde a escola. Só fico indignada pela falta de interesse, seja da mídia, seja das iniciativas culturais, pelas pessoas que não fazem parte da panelinha, mas que são tão talentosas quanto. Quando às vezes penso em desistir dos quadrinhos, imagino também quanta gente não desistiu porque não via mais esperança, ou o retorno esperado?

Talvez seja recalque. Mas eu já fui muito longe -  meus amigos e fãs às vezes precisam me lembrar disso - para ficar aqui estancada. Alguns nomes são uma grande inspiração e cada um deles merece todo o reconhecimento que vêm tendo quando há um tempo atrás não havia espaço algum. Mas precisamos evoluir, e não ficar repetindo velhas fórmulas. Precisamos ir mais longe. Precisamos nos tornar um grupo que não quer apenas dividir em pedaços ainda menores o bolo que já existe, mas que queira construir um bolo cada vez maior.

Talvez eu seja apenas uma idealista, talvez esteja vendo apenas o lado vazio do copo. Mas eu fico chateada sempre que entro numa loja de quadrinhos e vejo que 90% do que é exposto é estrangeiro e que o material nacional está sempre escondido pelos cantos. E nem preciso dizer que quase nada chega nas grandes livrarias que não tenha um investimento maciço por parte das editoras e distribuidoras. E não adianta achar que a culpa é só deles, porque infelizmente eles só investem no que vende. E o que não vende, não vende por quê? O preconceito também é nosso, e está vinculado a um ciclo vicioso de descrença, desvalorização, e num geral, à fraca cultura de leitura de quadrinhos no país.

Mas a mídia de massa dificilmente vê interesse no que acontece no "underground", e até mesmo as mídias mais especializadas (com exceções, é claro!) acabam por repetirem muitas das informações que aparecem por aí. Ou seja, não existe nada de novo que chega ao "leitor comum", que acaba alheio aos acontecimentos. É preciso destrinchar um pouco a internet para achar coisas relevantes e legais que estão rolando por aí. Mas isso quer dizer ter interesse o suficiente para ir além (o que tem todo mundo tem).

O underground já está deixando de ser tão underground e temos nomes que estão rolando por aí, mesmo que nada tenha o peso de um Mauricio de Sousa, claro. Mas será que algum dia teremos? Só me resta a sensação de que nós (eu e você) somos tipo, o underground do underground. É, amigo, nós somos muito TR00.

E ainda fica a deixa: Não somos vistos ou não nos querem ver? Comentem.


domingo, 6 de abril de 2014

Vídeo: Minhas principais referências de MANGÁ

Pessoal, aqui vai o vídeo dessa semana! Falei um pouco sobre minhas principais referências de mangá, porque, sabe como é... foi como tudo começou.

Espero que gostem. Comentem, deixei sugestões, dicas, críticas, etc. ;D



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