domingo, 23 de fevereiro de 2014

Tarde de aquarela

Mais um speed painting pra vocês:

Usei aquarela Cotman (Winsor&Newton), nanquim e lápis de cor para detalhes.



Versão final:



Aceito sugestões para próximos vídeos =)

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

E então... um vídeo!

Gravei esse vídeo há um tempinho atrás e achei tudo uma ~merdinha~ mas aí hoje decidi editar tudo e postar. Yeah, ficou TOSKERA. Ficou meio... experimental... mas espero que tome algum rumo xD


terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Sketch do Doctor

Juro que não lembro da última vez que viciei tanto em alguma coisa quanto viciei em Doctor Who. Geralmente o vício é normalzinho, mas Doctor me cativou de um jeito peculiar. Decidi assistir do começo (da série recente), e as primeiras temporadas se arrastaaaaaaram! Confesso que os primeiros episódios são BEM chatinhos, mas eles vão melhorando aos poucos. Não desisti logo no começo porque alguns amigos meus insistiram que eu continuasse, e também fiquei me perguntando que não era possível tanta gente assim gostar, se não acabasse ficando legal. E ficou. Mas não dá pra saber quando exatamente, só sei que no final da segunda temporada eu já não conseguia mais parar. Se você, como eu, assistiu apenas o primeiro episódio (o que são aqueles bonecos?!) ou qualquer episódio aleatório e achou tosco demais, trash demais, eu te digo: assista do começo que tudo faz sentido! Como disse uma amiga minha: é preciso abraçar o trash. Depois de um tempo, você só consegue enxergar a genialidade daquilo tudo.

Acho que é impossível não se apaixonar pelos Doctors ou desejar ser uma de suas "companions". E o mais legal, é que toda vez que o Doctor muda, ele adquire uma personalidade completamente diferente, mas cada qual com seu brilho especial. (Desculpa David Tennant, mas o Matt Smith te desbanca facinho! rs...)

Matt Smith como 13º Doctor


Você ainda não começou a assistir Doctor Who? EXTERMINATE!

(e desculpe as milhões de piadiadinhas internas, mas sabe como é... gente nerd é foda) 

domingo, 16 de fevereiro de 2014

A vontade de sair voando...

Hoje a minha vontade era de gritar. Sobre todas as coisas que me afetam, que me incomodam, que me tornam essa pessoa insuportável. Tem momentos que simplesmente não me reconheço. Virei essa que todos esperam ver, só que uma versão distorcida e pouco natural (alguém enxerga?). Mas ninguém pode dizer que não tentei, muito menos eu mesma. Vou olhar pra trás um dia e ver um aprendizado. Às vezes, queremos ser livres, mas não basta ser livre dentro de uma prisão que criamos pra nós mesmos, dentro de um limite. Pra ser livre, é preciso ser livre também de si mesmo.

Enquanto isso, tenho aquarelado, e pretendo abrir uma lojinha pra vender originais. Há um bom tempo, me perguntam porque não vendo tudo isso, e agora estamos aí. O porquê é simples, eu queria manter minhas criações perto de mim, eu sentia ciúmes da minha arte. Ainda sinto. É estranho. Mas talvez elas mereçam o mundo, e vou descobrir se o mundo deseja acolhê-las.

E ainda tive uma ideia de... bem, de virar tatuadora. Também já me perguntaram porque eu não tatuava. Várias vezes. Não tem algo que seja mais lindo que deixar um pedaço de mim na pele de outra pessoa. É tão íntimo e bonito, mas acho que sempre fui uma covarde, dessas que tem vontade e não corre atrás por medo de sei lá o que (sempre arranjava uma desculpa). Nunca fiz uma tatuagem na vida, apesar de algumas vezes estar muito perto de fazer. Tem quem me apoie nessa ideia e até dê algumas dicas, gente que realmente acredita em mim. Mas preciso mudar ainda algo dentro de mim, transformar esse medo numa decisão. Não só seguir em frente, como ter coragem de decolar.

Estou planejando também um mochilão pra Machu Picchu. Vai ser lindo e vai ser uma aventura, dessas com direito a diário de viagem feito com aquarela. Quero muito. Minha alma precisa de alguma coisa que me mantenha mais perto desse sentimento... eu não sei qual o nome desse sentimento, sinceramente. Aquele sentimento de ser artista, sabe? É isso aí.

Um gostinho das artes que vem por aí:




segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Como surgem as histórias



Ontem estava pensando em como surgem as ideias, ou mais particularmente como as ideias viram histórias. Tem vezes que alguma ideias simplesmente vagam nas nossas mentes, completamente desconexas, perdidas, irrelevantes. São apenas partículas de coisas legais, ou não, que um dia podem se encaixar de forma quase miraculosa e fechar um roteiro. Às vezes, é preciso apenas de um tilt mental, uma centelha, uma alavanca (podemos chamar de epifania?) e BAM! Tudo faz sentido de repente. 

Também tenho a impressão de que as histórias já estão lá prontas para serem descobertas, e quem sabe, trabalhas e retrabalhadas até se tornarem boas histórias; tudo o que é preciso é unir os pedaços. Como unimos um ponto no outro, aliás, é o que torna cada história particular. É a sua história, e ninguém poderia contar igual, como já dizia o mestre Neil Gaiman.

Eu sei que uma história tem futuro quando consigo visualizá-la claramente na cabeça, seja em forma de narrativa, seja em forma de quadrinhos... dependendo da minha intenção, já sei em que formato ela caberia melhor.

O mais curioso de tudo isso é que quanto mais quero criar uma história, mais ela parece fugir de mim, e às vezes, enquanto leio um livro, assisto algum filme ou coisa parecida, uma ideia simplesmente brota, e eu tenho uma vontade incontrolável de escrever. Por isso é tão importante manter as nossas mentes sempre em movimento, alimentando a nossa criatividade das formas mais diversas.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Novidades e... videoblog?!



Essa semana eu decidi promover a página do Vidas lá no Facebook pra ver se dava uma agitada no canal, e também promovi uma publicação para ver se dava mais alcance. O número de curtidas deu uma aumentada, mas por causa das novas políticas do facebook, está ficando cada vez mais difícil ter os posts alcançados nas timelines dos seguidores. De qualquer forma, valeu a experiência.

A parte boa é que a página está cada vez mais próxima das 1000 curtidas, e estou pensando em fazer algo especial, como abrir um contest de fanfics. Eu ja abri contests de fanarts antes e uma amiga sugeriu que abrisse de fanfics para dar chance a quem gosta de escrever. A melhor história ganha um kit do Vidas ou algo assim. Mas irei organizar isso melhor antes de concretizar (fica aí a deixa para vocês se manifestarem quanto a isso, se seria legal, se participariam...).

Também estou recebendo as respostas da pesquisa que fiz aqui pro blog (já respondeu?!) e animei com algumas delas! Foi sugerido que eu fizesse mais videos no geral, tanto de tutoriais quanto de interação com os leitores. Confesso que já pensei sobre isso mas nunca levei adiante porque dá um certo trabalho e nem sempre tenho tempo ou ideias boas para tutoriais ou speedpaintings. Mas quem sabe eu também faça vídeos apenas falando sobre temas sugeridos por vocês aqui no blog, que tal?

Então vamos lá, como interação com o público também foi um dos pontos levantados na pesquisa, gostaria que deixassem nos comentários algum tema, pergunta, ou alguma coisa que gostariam que eu falasse sobre no vídeo. Pode ser sobre o Vidas, sobre meu processo criativo, sobre entrar em contato com editoras, sobre desenho, sobre estilo, sobre faculdade, etc. Dependendo das respostas, eu irei formular uma (ou várias) pauta(s).

Acho que é isso, estou esperando pelos comentários de vocês ;)

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Timidez, quem é você?



Não lembro se já falei sobre isso por aqui, mas provavelmente já devo ter ao menos comentado. Eu era, assim, uma criança tímida. Não lembro quando ou como começou, mas minha família diz que até uns 5 anos eu era faladeira, tipo, não parava de falar nem por um segundo, e de repente, tudo mudou. Talvez tenha sido a escola - a gente é jogado no meio de outras crianças e se vê completamente vulnerável sem a presença dos pais. Lembro de como era aterrorizante andar por entre aquelas crianças bem maiores que eu, nos corredores abarrotados, carregando uma lata pesada de leite em pó, com medo do tio da perua ir embora sem mim. Depois eu mudei de escola e as coisas melhoraram um pouco, mas eu ainda demorava para fazer amigos (quem aqui nunca foi "expulso" de um grupinho de amigos sem nenhuma razão aparente? Crianças podem ser cruéis). Também sofri bullying, mas naquela época ainda não tinha esse nome. Era zoada por ser estranha, diferente das outras crianças, por ser vulnerável, e tudo o mais.

Quando comecei a fazer amigos de verdade, essa fase foi passando aos poucos. Acho que fui ganhando confiança como pessoa e fui perdendo o medo de ser eu mesma. Devo isso aos grandes amigos que fiz na escola, que me mostraram outro caminho que não o da solidão do meu pequeno universo (apesar de ainda me ver muito dentro dele). Bom, eu posso dizer que nunca fui popular, eu era do grupo dos "nerds", ia bem na escola e gostava de estudar. Mas também fazia bagunça no fundão, e todas aquelas coisas de gente jovem. Eu já não era uma excluída, e ser "diferente" tinha uma nova perspectiva - de que isso fosse legal.

Cultivar meu próprio universo particular foi o jeito que encontrei pra superar alguns traumas do passado, e curiosamente, ele existe até hoje, e me permitiu criar histórias emocionantes. Sair da minha bolha, porém, se mostrou necessário, uma vez que pra escrever boas histórias é preciso conhecer outros mundos além do nosso próprio.

Eu sofri com minha timidez por mais tempo que gostaria, acreditando que era uma coisa ruim, uma coisa que também deveria superar para obter sucesso na vida. Convenhamos, foi o que ouvi durante muito tempo, até me dar conta de que não era bem assim. Toda a energia que eu gastava tentando não ser tímida, tentando me enturmar, na realidade só me fazia travar ainda mais. Me via naquela situação que não sabia como me comportar, ou o que dizer, com medo de sei lá o que. E as pessoas sempre vinham dizer "nossa, como você é quietinha" ou então "você não fala muito, né". Toda vez que ouvia algo do tipo eu sentia que havia falhado. Mas peraí, por que era tão difícil? Parecia ser muito fácil, era só ir lá e falar o que se passava pela minha cabeça, qualquer coisa. Parecia que eu ia morrer de constrangimento. Me lembro desses momentos, porque quando eu tentava dizer alguma coisa, era estúpido, e as pessoas não entendiam (o que reforçava meu medo). Aquela não era eu. Isso costumava acontecer em situações em que não conhecia quase ninguém; com amigos próximos, era completamente diferente. Estranho, né? Acho que eu me sentia confortável com eles. Não, nunca foi fácil pra mim me conectar com as pessoas (talvez isso explique minha tendência para amizades virtuais... na internet eu encontrava pessoas com os mesmos interesses que eu e já tinha assunto).

Então, alguma coisa aconteceu dentro de mim, porque eu estava realmente cansada dessa pressão interna e do sofrimento desnecessário. Foi na mesma época em que saíram estudos sobre a timidez - finalmente ser tímido não era uma coisa ruim, e poderia ser aproveitada profissionalmente. Poxa vida, mas demorou tanto tempo assim pra se perceber que a timidez não é uma doença, uma falha social ou uma condição que deve ser melhorada? A timidez só traz malefícios realmente quando nós, os tímidos, nos sentimos prejudicados por ela. Foi quando eu comecei a aceitar estas particularidades sobre mim mesma, a introversão, que ser tímido deixou de ser um problema. Hoje encaro as situações sociais com muito mais naturalidade, dou uma chance a mim mesma de me expressar, sem muita pressão.

Me aceitar foi o primeiro passo para superar o status de timidez. As pessoas vão, em algum momento, apontar isso como falha, mas não podemos ceder. Tudo bem não socializar, conversar com as pessoas, ser extrovertido. Tudo bem se eu fizer todas essas coisas também. Engraçado foi constatar que, quanto menos eu exigia de mim mesma, mais eu conseguia falar com as pessoas, mais me sentia confortável comigo mesma e com os outros (confortável para começar uma conversa e também para evitá-la), e que eu criava barreiras idiotas para mim mesma. Ok, em muitas situações ainda me sinto meio perdida, e tenho que recorrer para as técnicas-especiais-para-evitar-situações-desagradáveis.

Não quero ir muito a fundo na questão científica da timidez (algo a ver com uma auto-consciência muito elevada, o medo irracional de ser julgado ou de parecer idiota). Talvez seja tudo verdade. Eu só não quero tornar isso muito maior do que é, afinal, podemos ser tímidos, mas somos muito mais que isso, e não podemos nos definir com apenas uma palavra. A vida é mais que isso, e o mundo também.




Responda a pesquisa e faça uma autora feliz

A pesquisa abaixo é pra melhorar a qualidade das postagens no blog, e quem sabe ganhar mais leitores, ou animar um pouco isso aqui, ou tudo ao mesmo tempo. É isso aí! Quero saber o que as pessoas estão buscando e me focar nisso, apesar de que a ideia é sempre ir postando um pouco de tudo.

Pelo que percebi nos blogs pelo mundo, os vídeos ou video-tutoriais são muito populares (eu mesma assisto um monte, sobre várias coisas) então criei uma pergunta especial pra tutoriais. Na questão final tem um espacinho pra vocês escreverem o que pode melhorar, e também podem deixar dicas de postagens, enfim, tudo que acharem bacana!

Quanto a peridiocidade das postagens, já tinha feito essa enquete antes no blog, mas não custa perguntar de novo. Daquela vez a maioria escolheu 3 posts por semana, que é uma margem bacana e é o que estou tentando manter, mas de repente posso aumentar ou diminuir um pouquinho dependendo da demanda ;)

É isso, aí, respondam! =D


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Sobre ser plural



Outro dia estava numa festinha de família, fotografando, e vi duas pessoas conversando:

"Vamos tirar uma foto"
"Mas está meio escuro aqui dentro..."
"Tudo bem, porque minha sobrinha é fotógrafa"

Bom, eu achei engraçado ser chamada de "fotógrafa" sendo que não atuo profissionalmente com fotografia, mas faz todo o sentido que eu seja uma fotógrafa para a minha família porque eu sempre tive interesse pelo tema, sempre busquei melhorar minhas fotos e invariavelmente tirava as fotos "mais bonitas" dentre eles - e além disso, também tenho uma câmera profissional.

Acredito que num geral, as pessoas com tendência para as artes tem um olhar diferente para a fotografia, mesmo que não conheça todas as técnicas nem tenha o melhor equipamento. Eu quis uma câmera profissional porque poderia explorar efeitos que uma câmera digital não permitia, e é incrível como até hoje descubro coisas que não conhecia antes...

Uma vez, em alguma aula da faculdade, ouvi que "fotografia é sobre olhar", é sobre aprender a olhar, entender a luz, escolher o melhor ângulo e enquadramento, tudo isso, muitas vezes em poucos segundos (sob o risco de perder o "momento perfeito"). Nunca achei que eu fosse ótima nisso, e talvez eu chegue a ser boa. Existem pessoas que simplesmente nasceram pra isso, dá pra perceber. Têm uma facilidade impressionante e um olhar afiadíssimo, realmente...

Mas esse post não é sobre fotografia, é sobre a minha vontade de ser plural. Eu gosto tanto de fotografia quanto gosto de editar vídeos, e eu apenas faço essas coisas de modo minimamente satisfatório. Mas eu simplesmente gosto e continuarei fazendo. É quase como terapia... Assim como gosto de aquarela, de pintar telas, de fazer quadrinhos, de escrever histórias. Nossa, como eu gosto de escrever. Durante a minha adolescência, cheguei a cogitar ser jornalista. Eu tirava 10 na aula de redação e já fui selecionada no concurso literário da escola... (Curiosamente nenhum dos meus desenhos foi selecionado).

Acho que meu TCC é a maior prova dessa minha pluralidade... um dia, quando o estava terminando, no final de 2012, eu precisava de um título para ele e meu orientador sugeriu que eu usasse a palavra "independente", afirmando que não importava o que eu fizesse, eu sempre seria independente. E eu realmente fiz muita coisa. Foi só depois que percebi que a definição ia para além do meu trabalho, era sobre mim. Acho que ele me enxergou muito melhor que eu mesma...

Pensando bem, no curso de Artes Visuais tivemos a oportunidade de explorar diversos campos da visualidade, desde teoria das cores até aulas de cerâmica, passando por fotografia, cinema, desenho, pintura, gravura, e até mesmo marcenaria. Nossa!

No meio de tudo isso, é difícil me classificar. Sempre fico confusa quando as pessoas falam que sou uma coisa ou outra, e tenho que dividir meu portfolio por área de interesse (sempre fico perdida). Num mundo onde as pessoas buscam cada vez mais a especialização, ainda sou daquelas que sei um pouco de tudo, e com sorte, sei um pouco mais sobre alguma coisa. Bem, hoje eu posso dizer que sou ilustradora, porque, bem, eu trabalho com isso. É mais fácil assim, mas ao preencher formulários por aí, já escrevi designer, desenhista e outras coisas, porque as pessoas simplesmente não entendem o que eu faço. Uma vez uma mulher veio toda alegre dizendo "nossa, não sabia que você era cartunista! Isso é tão legal!". Eu apenas sorri, pensando comigo mesma, COMO EXPLICAR?

E é claro, quando estamos falando de Vidas Imperfeitas, que agora está sendo publicado por uma grande editora, é comum que as pessoas me nomeiem como quadrinista. Engraçado constatar que em todos esses momentos eu sou uma Mariana diferente. A Mariana que fala com o público numa palestra sobre mangá fala de um jeito, e a Mariana ilustradora fala de outro, tem outras referências... De vez em quando estes papéis se fundem, e as pessoas do meu trabalho reconhecem que eu também faço quadrinhos, e que isso contribui de alguma forma no meu trabalho. Eu gosto de imaginar que "ser plural" torna meu trabalho diferenciado em alguns sentidos (e talvez seja mesmo).

Se por um lado, temos uma gama praticamente infinita de hobbies (falamos de cinema, música, arte, literatura, entretenimento... somos consumidores E criadores de conteúdo) talvez estejamos fadados a essa confusão eterna causada pela necessidade de ser classificado. É tão magnífico quanto é difícil suportar.

E você, também é plural?
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